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20 outubro 2007

Martin Claret e o Plágio

Algo soava estranho naquelas capas coloridas e chamativas dos livros da Martin Claret...



Quem seria Pietro Nassetti?


Em matéria de Outubro, o Jornal Opção traz reportagem sobre o plágio que a editora Martin Claret fez (e admitiu) da obra A República, de Platão, da edição da Fundação Calouste Gulbenkian, descoberta por um professor da UFGO.

" (...) professor Gonçalo Armijos Palácios, do curso de Filosofia da Universidade Federal de Goiás. Ao confrontar a edição de A República da Fundação Calouste Gulbenkian (localizada em Lisboa, Portugal), celebrada pela qualidade e requinte, com a da Martin Claret, o doutor em filosofia, que sabe grego, ficou estupefato. As duas traduções eram idênticas. Ou melhor, só existia uma tradução, a da Fundação Calouste Gulbenkian. A Martin Claret é responsável por uma edição pirata (leia no box que o proprietário da editora admite a pirataria)"

Leia a matéria AQUI e AQUI.

14 outubro 2007

Baixas II

- Capitão, sinto informar... mas temos mais duas baixas, senhor.
- Não creio, mais duas! Diga logo soldado!
- Pavarotti, o italiano do Pelotão das Vozes. E Autran, o brasileiro do Pelotão dos Palcos.
- Céus, homens preciosos! ...Temamos essa bruxa solta e essas nuvens carregadas.. Mas felizes ficamos pelos feitos destes que se foram...
- Tens razão, senhor.



Luciano Pavarotti (1935-2007)



Paulo Autran (1922-2007)

29 setembro 2007

À sombra das chuteiras imortais



Em tempos de tantas críticas à incompetência da arbitragem no futebol brasileiro, não percamos as esperanças. O juíz gatuno pode vir a ser o nosso autêntico autor trágico brasileiro! E nestes tempos arbitrários nebulosos, convém lembrar do Nelson, o Rodrigues:

"Sempre digo, nas minhas crônicas, que a arbitragem normal e honesta confere às partidas um tédio profundo, uma mediocridade irremediável. Só o juiz gatuno, o juiz larápio dá ao futebol uma dimensão nova e, se me permitem, shakespeariana. O espetáculo deixa de se resolver em termos especificamente técnicos, táticos e esportivos. Passa a ter uma grandeza específica e terrível. Eis a verdade: – o juiz ladrão revolve, no time prejudicado e respectiva torcida, esse fundo de crueldade, de insânia, de ódio que existe, adormecido, no mais íntegro dos seres. O mínimo que nos ocorre é beber-lhe o sangue."
(trecho da coluna À sombra das chuteiras imortais)



#música: Ponta de lança africano(umbabarauma) (Jorge Ben)

02 setembro 2007

Tom. o Waits.



Segue AQUI o link do clássico texto "A metafísica de botequim de Tom Waits", de Martim Vasquez.


'
(...) Se, para um Aristóteles todo homem busca conhecer e, para um Santo Tomás, todo homem deve unir a razão e a fé, para Tom Waits, todo homem fica feliz com um copo de bourbon, uma mulher com cabelos oxigenados e uma lata de feijões nos momentos em que a solidão bate fundo(...)'

#música: The Piano Has Been Drinkin (T. Waits)

31 julho 2007

Baixas....

- Capitão, temos duas baixas nos altos comandos. Toni e Bergman, ambos do pelotão das Câmeras, senhor.
- Duas?! De uma só vez??
- Sim, senhor.
- Santo Deus! E dos melhores...! Diga soldado, algum palpite de perigo iminente?
- Senhor, há muitos com as botas gastas... Assim, de lembrança, zelo pelos Sargentos Scorsese, Eastwood, Godard ... ou ainda, pelo Sargento Benedetti, do pelotão das Letras... andam muito velhos, senhor..
- Longe de ti essa sinceridade soldado!! Olhe as nuvens carregadas... é mau pagode citar assim tantos nomes preciosos quando as bruxas estão soltas...




Ingmar Bergman (1918-2007)



Michelangelo Antonioni (1912-2007)

29 junho 2007

29 abril 2007

Mstislav Rostropovich (1927-2007)

O nome pode ser um assombro, mas a sua arte é magnífica.



Quando comecei a correr atrás dos grandes nomes da música clássica, isso ainda quando adolescente, lembro que comentei com um amigo que estava embriagado pela Badinerie, de Bach. Também tendo grande apreço por música erudita, meu amigo consentiu a embriagez e me apresentou um disco de Mstislav Rostropovich. Disse que esse cara era um grande maestro, intérprete e compositor, e que eu iria gostar de ouvir Bach no cello de Rostropovich.. Batata! Logo adorei.
Mas agora (infelizmente) Rostropovich deixa essa vida... e entra (felizmente) para história.

U
ma das personalidades culturais mais adoradas da Rússia, Mstislav Rostropovich, 80 anos, violoncelista, maestro e compositor, faleceu nesse dia 27 de Abril, sexta. Além da grande maestria em tocar, Rostropovich ficou conhecido mundialmente por sua luta pelos direitos civis e liberdade artítstica durante o governo soviético.

(aqui, aqui, aqui e aqui um pouco do grande Mstislav Rostropovich)

(segue aqui a reportagem do Estadão)

21 novembro 2006

Thanks Pirelli, thanks...



O mais famoso calendário, que todo mundo ouve falar, mas que nunca encontrou para vender (pois é distribuído apenas aos vips da vida pública), completa 40 anos (1964-2006) - aniversário que mereceu uma exposíção em Berlim, em junho passado.

Idealizado pelo fotógrafo Robert Freeman, retratista dos Beatles, The Cal, ou o 'Calendário da Pirelli', começou em 1964 sob a idéia de uma estética exótica, clicando as mulheres mais desejadas do mundo. De lá pra cá os 'click's' ficaram mais elegantes, e o que temos são as primorosas curvas de beldades em cenários de luxo, tais como Naomi Campbell, Cindy Crawford, Kate Moss, Gisele Bundchen, entre outras.

Se você suava de êxtase, quando garoto, na oficina de seu tio, vendo aqueles calendários com a Rita Cadillac ou Gretchen, agora, mais mocinho, e com um gosto um pouco mais refinado, certamente irá entender a razão desses 40 anos do The Cal.

09 outubro 2006

Correto? ...Negativo!

Mr. Paulo Francis. Só o Youtube traz pra você.

30 agosto 2006

..Rummel

Sabem aquele joguinho em que as galinhas chocavam e os ovos iam caindo e tu tinhas de pegar com a cestinha? Pois é... os caras fazem muito melhor: Högaffla Hage
(o jogo... não os ovos..)